Descrição
A Teia do Mundo – livro 1: Os Tecedores de Saramyr
Com a trilogia intitulada A Teia do Mundo, este autor junta-se a uma geração de renovadores de um género que remonta a Tolkien e a C. S. Lewis. Os Tecedores de Saramyr tem um colorido orientalizante, baseia-se numa sociedade rígida e fortemente hierarquizada, a própria linguagem, de natureza tonal, reflecte o estatuto social dos falantes, assim como a caracterização da sua mitologia tem algo a ver com países exóticos como a China ou o Japão. As personagens são maioritariamente humanas: os Tecedores, a casta dominante, chamaram a seu cargo eliminar eugenicamente qualquer criança que nasça com deformações ou que revele possuir poderes mágicos e que possa pôr em causa a hegemonia da sua classe. São chamados Aberrantes. Este é um romance denso, sobressaindo pela riqueza do universo como pela complexidade do enredo. Neste volume, uma guerra civil eclode devido ao facto de a Imperatriz ter como herdeira uma Aberrante, Lucia, que juntamente com Kaiku e Asara, e os seus aliados, combatem para pôr fim ao poder perverso e corrupto dos implacáveis Tecedores.
Biografia
Chris Wooding (nascido a 28 de Fevereiro de 1977) é um escritor britânico nascido em Leicester, e agora a viver em Londres. O seu primeiro livro, Crashing, que escreveu aos dezanove anos de idade, foi publicado em 1998, quando tinha vinte e um anos. Desde então, escreveu muitos mais, incluindo The Haunting of Alaizabel Cray, que foi vice-campeão de prata do Prémio Nestlé Smarties Book, e Poison, que ganhou o Lancashire Children’s Book of the Year. É também autor de três séries diferentes e completas; Broken Sky, uma série de fantasia influenciada por animais para crianças, Braided Path, uma trilogia de fantasia para adultos, e Malice, uma fantasia para jovens adultos que mistura romance gráfico com o romance tradicional; bem como outra série de quatro partes, Tales of the Ketty Jay, uma fantasia de ficção científica steampunk para adultos.












